Foi assim o domingo: Carolina na cozinha, fazendo graça para os belorizontinos. Moqueca, bolinho de bacalhau, pirão, cupcake, palha italiana.
E o melhor: tudo isso sem provar cousa alguma. Gordo consegue? Consegue!
Dr. Dukan, gostaria de demonstrar meu apreço e carinho por seu livro (ao mesmo tempo em que ainda estou tentando entender a função do funcho). Hoje, dia 21 de fevereiro, exatamente 5 semanas após o início da famigerada dieta maluca, afirmo: estou firme e forte, e, pasmem, com 13 quilos a menos!
Cozinhei, sim, sem provar coisa nenhuma, porque estou tão empolgada com o fato de ter emagrecido que não quero provar besteiras jamais. Never. Nunquinha.
(Tá, gorda, tem certeza? Seu corpo está esvaziando só para encher de novo, como mostra o seu histórico).
Mas, se eu seguir os preceitos Dukan, será que meu corpo vai querer encher-se novamente? E mais: será que ele vai conseguir se encher, se eu respeitar todas, TODAS as regras? Espero que não. Aliás, deposito todas as minhas esperanças na negativa, porque ser gordo é um saco. É um grande saco. De gordura. E de olhos flamejantes que fuzilam a gente pela rua, no trabalho, no barzinho. Gordo acaba tendo dificuldade para tudo: arranjar companhia, roupa, assento no ônibus. Gordo está sempre suando, tem pressão alta, está irremediavelmente às voltas com a sombra do diabetes.
Compreendo que ainda faltem outros dez quilos para que eu chegue à fase três da dieta e comece a manutenção (que é o Ó de difícil pra quem tá gordo). Vamos ver no que dá isso. Hoje, com muita calma, me divirto usando algumas roupas que não colocava há décadas!
Je <3 Dukan